sexta-feira, 6 de setembro de 2013

DIFERENTE DO QUE PLANEJEI


                         


 UM

O dia estava chuvoso, não estava com vontade de levantar da cama, mas precisava! Era dia de curso. Olhei para o relógio, tinha acordado um pouquinho antes do normal, 2 minutos. Peguei num cochilo e quando acordei tinha se passado 20 minutos, levantei assustada da cama, coloquei minha pantufa lilás e segui para banheiro, ela insistia em não entrar no meu pé, empurrei a porta do banheiro, que sempre ficava entreaberta e pousei minhas mãos na pia. Olhei-me e novamente cocei os olhos. Peguei a escova de dente, passei a pasta, comecei a escovar os dentes ligeiramente. Em seguida fiz minha higiene e comecei a tirar a roupa para o banho, soltei meus cabelos e mergulhei naquela água maravilhosa de todas as manhãs, deixei-a cair pelos meus cabelos e se espalhar pelo meu corpo, estava quentinha do jeito que eu gostava. Fiquei uns 20 minutos no chuveiro, mas  sai por que estava com pressentimentos de que se eu ficasse mais um pouquinho iria queimar o chuveiro e o cheiro de queimado já se estável se espalhando, sem contar a neblina em que o banheiro estava. Quando sair do banho o banheiro estava parecendo inverno, todo coberto de neblina, mas de uma neblina diferente e muito mais prazerosa. Enrolei a toalha nos cabelos e outra no corpo. Abri a porta do banheiro, sequei os pés no tapetinho, e encostei-me à janela abrindo um pouco a cortina para ver o tempo, a chuva já tinha passado. Conforme eu abri a porta do guarda-roupa veio àquela montanha de roupas sobre mim. Falei uns palavrões e logo as amontoei as roupas novamente no guarda-roupa. Sentei-me na cama bufando de raiva  e logo voltei a procurar alguma roupa. Peguei uma calça jeans escura e uma blusa de frio , as joguei na cama e fui à procura de um par de roupas intima, peguei uma calcinha vermelha de renda e um sutiã preto de bojo, meus peitos ficavam lindos nele. Minha camisa e minha calça estavam amassadas, fui até a despensa na ponta do pé e peguei o ferro, não queria acordar ninguém. Fechei a porta delicadamente e passei as duas peças. Tirei a toalha da cabeça e balancei meus cabelos, o espelho ficava a minha frente do lado do guarda-roupa  coloquei minha calcinha e logo me desenrolei da toalha. Meus peitos ficaram para fora, dei umas apertadinhas   nele e sorri maliciosamente. Nossa! Como eu sou gostosa. Coloquei meu sutiã e fiquei desfilando pelo quarto, apreciando meu corpo magro e minhas poucas curvas. Coloquei a calça e logo em seguida a blusa, fui para o banheiro, peguei o pente e voltei para o quarto. Desembaracei meus cabelos de frente para o espelho, deixei do jeito desejado, olhei novamente para o relógio e já tinham se passado 45 minutos desde a hora que eu acordei só me sobravam agora 30 minutos, para tomar café, fazer a maquiagem e sai. Peguei meu estojo de maquiagem no guarda-roupa, e fui para o banheiro, a neblina  ainda estava lá, passei a mão no espelho e peguei um creme de pele no armarinho em baixo, passei no rosto e logo peguei meu lápis de olho, passei-o levemente em meus cílios e peguei meu pó de arroz, bati um pouco no rosto e guardei-os no armário, estava com preguiça de me deparar novamente com aquela bagunça no meu guarda-roupa, só que agora do outro lado. Mas de qualquer forma voltei para lá e passei meu perfume kriska jeans. Coloquei minha rasteirinha veluda vermelha e desci para tomar café.
 Levei o maior susto. Minha mãe e meus irmãos estavam na cozinha tomando café. Mamãe estava na pia, de costas para mim, não me viu. Terminei de descer as escadas e fiquei de boca-aberta. Eles nunca acordavam cedo, eu não entendo esse povo, mas alguma coisa tinha acontecido.
- Que cara é essa Bia? - mamãe  perguntou colocando a água no coador.
-Nada. - sussurei me aproximando deles.
- Surpresa por ver-nos aqui maninha? - Gilvan falou com seus olhos miúdos.
-Sem duvidas. Por que estão acordados á essa hora? - perguntei pegando uma torrada.
-Estão no reforço. - me engasguei.
- O quê mãe? - arregalei os olhos e trazendo as duas mãos na boca, assustada.
-È isso mesmo que você ouviu. A gente está no reforço, por que BEATRIZ ? - disse Paulo irônico e quase nervoso.
-Nada, mas não caiu a ficha ainda, vocês no reforço. - rir - Porquê?
-Excesso de garotas. Esses meninos não para de falar em mulher um minuto sequer. Mesmo estando no reforço continuam falando em garotas, e mais garotas.
-Ah mãe não começa! - exclamou Gilvan já impaciente.
-Começo sim, vocês não tomam vergonha parece que não sei.
-Ta bom mãe, não precisa ficar me difamado. - Gilvan reagiu.
-Nossa! Já estão assim? Imagine quando começarem a fazer sexo- o clima ficou tenso.
-Heim? – apreciei a cozinha, ou melhor dizendo tentei mudar alguma coisa, - essa casa está precisando de uma nova cara, não achas? - mas não adiantou nada.
-Sei, uma nova cara - para que fui falar isso. Vão pensar que eu transo.
-Beatriz, que história é esta menina?
-Nada não mamãe, já estou de saída. - levantei da cadeira e fui recuando para trás tentando sorri. Cheguei perto da porta e senti que estava esquecendo alguma coisa, voltei e pedi  que Paulo pegasse minha bolsa.
-Eu não, vá você! - disse seco.
-Paulo, vá pegar a bolsa da sua irmã agora. - mamãe exigiu e ele foi resmungando. Queria sumir naquele momento, para que eu fui falar aquilo? Acho que eu não estou bem hoje. Sentei no colo do sofá e fiquei esperando-o. Estava um silêncio na sala e na cozinha, ninguém se submeteu em falar nada, mas mamãe e Gilvan me olhavam e com o pensamento longe, mas nem sequer falavam nada do "assunto" e muito menos de qualquer outra coisa. O clima estava tenso e eu não via a hora de cair fora, Paulo estava demorando.
-Achou Paulo? - gritei.
-Não, seu quarto está uma bagunça menina. - respondeu no mesmo tom, abafado.
-Está em cima da cama, uma vermelha.
-Que tipo de bagunça? - mamãe me olhou e arqueou sua sobrancelha esquerda.
-Nada mamãe é só a cama que ta desarrumada, somente. - menti dando um sorriso tentando disfarçar.
-Ah ta. Se eu chegar lá em cima e encontrar essa "bagunça" eu ainda arrumo, caso seja uma daquelas "baguncinhas" você está ferrada. - se irritou mas logo em seguida voltou ao normal. Ela odiava quando eu deixava as roupas amontoadas no guarda-roupa e calçados espalhados  pelo quarto, toalha molhada em cima da cama e tudo mais. Da ultima vez ela não deixou eu sair, e isso foi trágico.
Paulo Desceu lá de cima parecendo um louco com minha bolsa na mão.
-Mãaaaae o quarto da... - tentou continuar, mas logo foi cortado.
-Não quero saber. - disse ela pegando as coisas da mesa.
" ufa"- pensei.- tchau pessoas, amo você. Ao abrir a porta mamãe chamou, gelei. – depois a gente conversa. Normalmente esse “ depois a gente conversa” não se trata de coisa boa.
Foi um alivio quando sai de casa parece que tinha tirado um peso das minhas coisas, olhei para o relógio e percebi que estava um pouco atrasada  para pegar o ônibus, tinha que chegar cedo ao curso para terminar umas coisas pendentes. Peguei o ônibus e fui me sentar lá atrás, não estava muito cheio, mas havia algumas  pessoas sentadas. Sentei no penúltimo banco e percebi que  dois caras me olhavam e cochichavam. Fiquei em pânico e com muito medo de fazerem alguma coisa comigo. Um deles falou algo do tipo "Ah, se eu pego essa loirinha, esfolo ela todinha" e riam. Recolhi-me todinha abraçando minha bolsa e fechei os olhos, parecia que eles iam falar comigo, um se aproximou do meu pescoço e logo recuou me espremia cada vez mais. Na hora que eles se levantaram pensei que iam se sentar ou mexer comigo, mas graças a Deus passaram direto, respirei bem fundo e soltei o ar. Eles desceram do ônibus e passaram perto da minha janela, um mandou beijo e outro piscou. Fiz o sinal da cruz quando o ônibus seguiu e logo relaxei.

  O lugar onde me sentei era baixo e tinha um banco alto na frente, não dava para ver os passageiros doutro lado. Quando levantei para dar sinal para descer encarei um menino lindo ou melhor dizendo, homem. Olhos castanhos, corpo musculoso, mas não muito, cabelos castanhos bagunçados e um olhar angelical e ao mesmo tempo com um toque de malicia ,meu coração gelou e eu quase me sentei de novo no banco, mas me controlei e segui, era muito lindo não tinha como passar despercebido. Fiquei fitando-o e quando ambos se olharam ao mesmo tempo desviaram-se o olhar. Dei sinal para descer e fiquei e dei a ultima olhada para aquele monumento , porque é óbvio  que nunca mais iria vê-lo. Desci, mas não tirei os olhos, quase atropecei no degrau da calçada, mas não me intimidei. Continuávamos a nos olhar. O ônibus seguiu e meus olhos foram junto com ele, logo voltei a realidade, mas permaneci parada uns segundos, dei um breve sorriso e fui andando para o curso e a imagem de seu rosto não saia de mim.

Entrei silenciosamente, pelo visto só tinha chegado eu ou eu é quem estava atrasada, a recepcionista me cumprimento e sentei na cadeira de frente para a mesa dela, peguei os documentos necessários e dei a ela. Ela tinha que fazer um novo contrato da segunda fase e isso demorava um pouco. Mais tarde foram saindo o pessoal e chegando outros aguardando a hora de começar o curso. A conexão estava ruim e não dava para fazer o cadastro, me irritei e desisti. PQP, e agora? - perguntei.
-Bom você deve fazer o cadastro assim que terminar o curso ou se não na próxima aula, mas tem que ser rápido.
-NOSSA! Sério? AFF, já sai cedo de casa para me livrar disso. – deu risada quando eu terminei a frase. – sim, não tão cedo, mas cheguei.
-Mas você pode fazer quando terminar a aula de hoje. - falou calmamente.
-Mas vai demorar, estudo a tarde e tal, da para fazer por telefone?
-Não! Precisamos da sua presença.
-AH! Que droga. Desculpa. Então vou subir antes que me chiguem. - sorri guardei as coisas e subi.




O sonho de brilhar e ser alguém na vida todo mundo tem. È impossivel você chegar numa pessoa e perguntar o que ela quer ser na vida e ela te responder "nada", todos querem muito, e por conta disso acabam  sem nada.
E se me achar esquisita,
respeite também.
até eu fui obrigada a me respeitar.

NÃO IDEALIZE, FAÇA

Aprendi a não idealizar mais nada, que as coisas acontecem de acordo com o nosso esforço e necessidade. Não adianta pensarmos, sonharmos e termos expectativas,  sendo que nós mesmo não fazemos por merecer, temos de fazer por onde.


Antes, eu sonhava, idealizava, achava demais, mas hoje percebi que procurar em  saber mais, entender mais, conhecer mais é muito mais fácil e seguro do que imaginar demais e achar demais, e para que no futuro não haja uma contradição e decepção naquilo que achei que seria, mas que não foi.
O bom mesmo é absorver as coisas com maturidade e segurança é arriscar sem medo mesmo tendo-o. Certo que não devemos abolir completamente os sonhos e o que imaginamos, mas devemos ter controle de si sobre as coisas que achamos que são e que poderia ter sido e que o  único jeito é viver, deixar as coisas fluírem naturalmente, porém não nos acomodando e achando que tudo cai do céu.

O bom mesmo é absorver as coisas com maturidade e
 segurança é arriscar sem medo mesmo tendo-o. Certo que não devemos abolir completamente os sonhos e o que imaginamos, mas devemos ter controle de si sobre as coisas que achamos que são e que poderia ter sido e que o  único jeito é viver, deixar as coisas fluírem naturalmente, porém não nos acomodando e achando que tudo cai do céu.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Pais MAIS Presentes

                 
Pais e Escola Grandes aliados para formação do cidadão
                              
Os pais e educadores estão cientes que lidar com os jovens é uma tarefa difícil e principalmente com aqueles que não têm a atenção necessária dos pais. Com isso acarreta o dever da escola, melhor dizendo, dos professores, “educar” seus alunos de uma forma que os pais deveriam fazer em casa, sendo Função do educador é ser mediador do conhecimento dos educandos, dando oportunidade de serem seres pensantes e críticos e claro, prepará-los para a vida profissional e universitária. Mais infelizmente hoje, o processo de aprendizagem esta cada vez mais difícil, porque a cada dia a sala de aula se torna um desafio constante, pois além da dificuldade de aprendizagem, temos que trabalhar o psicológico no qual na maioria das vezes não contando com o apoio da família, no qual deveria passar valores comuns ao desenvolvimento dos filhos, e o que é para ser passado em casa está sendo dever da escola, que precisa passar outros ensinamentos.
O motivo para qual, deve ser pela falta de tempo dos pais com seus filhos, que isso afeta o modo e o funcionamento da educação. A atenção e compreensão são importantíssimas para o desenvolvimento do mesmo. Um pai e uma mãe ausente na vida do filho acarretam desespero e falta de homizio para os mesmo que precisam deles para sua formação pessoal. Por mais que os pais buscam dar o melhor para seus filhos, eles ainda deixam a desejar colocando de lado algo importantíssimo. Muitas vezes não é a questão de deixarem de lado algo tão precioso, mas a falta de tempo, e também pensar que está tudo bem com o filho, que já deu alicerce suficiente par que ele, mas enganam-se,  filhos sempre precisarão dos pais enquanto tiverem em formação pessoal porque depois desse fenecimento, os pais apenas agradeceram a si mesmo pela tarefa cumprida e cidadão formado.
Alguns pais se preocupam com a formação pessoal dos filhos tendo em foco o reconhecimento pessoal de cada um a ética e moral, não botando uma sobrecarga no filho, mas sabendo desenvolver a forma critica de cada um. Cada pai e cada mãe têm um modo de educar seus filhos, mas todos se englobam em um lugar que é a formação do cidadão para conviver numa sociedade com outras pessoas. Precisam compreender o que se passa com seus filhos, e não repreendê-los, fechando-os para si e o mundo. A atenção é fundamental, quando seus filhos pedirem, ajude-os, mesmo sendo teimosos ou tiverem decepcionado isso deve começar muito antes dele entrar na pré-adolescência, porque nesta fase a confiança deve esta 100% conquistadas, tardando isso dificultarão a relação de atenção, confiança e diálogo entre vocês.
 Os pais precisam saber educar seus filhos hoje em dia, dizer um NÃO, não vai alterar nada em seu filho negativamente, vai ensinar a ele e mostrar que você quer dar o melhor, mas claro sem muitos excessos, a conversa é base de tudo. Existem alguns que não sabem repreender para algo positivo seus filhos e deixam se manipular por eles pelo choro que dão ou porque, muitas vezes não querem se estressar ou se “ocuparem”, por isso fazem as vontades deles para se verem livres, e a cada vez que isso ocorre pior vão deixando seus filhos, que acham que conseguirão qualquer coisa chorando ou dando gritos, e logo crescem mimamos e fracos, sem poder se decidir por si e tendo que depender de alguém para efetuar algo em suas vidas, ou seja, o pai e a mãe.
Antigamente, na criação deles,os pais,  muitos não tinham o que tem hoje e muito menos o que dão aos filhos, mas eram bem educados, mesmo com as regras da família. Será que eles estão passando o que lhes foi ensinado? Será que seus filhos estão recebendo os mesmo valores?  Ou será que os pais estão sendo vitimas da própria ignorância? Não estão sabendo lidar com as próprias responsabilidade e funções, por isso a responsabilidade é toda para escola, se ambas as partes se aliassem sobre tal fato que a cada dia se expande mais, infelizmente, não dizendo que melhoraria 100%, mas amenizaria mais as conseqüências ocorrentes como a marginalização, a bandidagem e o roubo.
Porque isso? Porque se os próprios pais não estão sabendo lidar não é a escola que vai conseguir, e imagine  o professor que tem muitos alunos em sala. Mas pelo que parece a escola precisará aderir outra função que é  ensinar aos pais suas devidas funções e deveres na formação do filho, dando palestras sobre, a cada bimestre, mostrando aos pais para darem mais atenção aos filhos, e que eles ainda não estão preparados para vida e que a essência de cada um e exemplo está em casa.
Os alunos não dependem apenas dos professores, mas principalmente da atenção dos pais, que a cada dia estão se distanciando dos filhos, querendo que fiquem cada vez mais nas escolas, achando que isso irá adiantar alguma coisa, mas não. OS filhos precisam sim, dos pais, mas de uma forma completa não pela metade, não está apenas com o corpo, mas conversar com seus filhos ensiná-los e principalmente OUVI-LO e não somente encher de presentes, coisas materiais que não ajudarão no desenvolvimento. Parece que estão com medo de educar, ou porque não querem se preocupar com isso, como citado anteriormente.
Não querem se ocupar com isso, porque a própria escola EDUCA, mas ai quando seu filho não te respeitar mais e aumentar o tom contigo não vai ser problema da escola e sim de vocês pais que estão se deixando levar e por incrível que pareça, inocentemente. Quando tirarem nota baixa, não é com ele que muitos pais reclamam, e sim com a escola, o professor, e porque não os professores reclamarem com vocês pais que não estão dando atenção suficiente para seus filhos, que a cada dia pioram na escola, e não apenas em termos de aprendizagem, mas sim em respeito para com o próximo, e que não é dever dos professores educar seus filhos e sim ensiná-los. Para respeitar o próximo, e eles tem de vim de casa já sabendo disso, porque obviamente se não respeitarem ninguém fora de casa, não respeitarão seus pais adiante e muito menos darão atenção aos pais , porque quando eles precisaram seus pais não puderam ou não estavam presentes como realmente precisavam estar, e assim deixando o filho em ultimo lugar. E com isso gera a revolta dos jovens que na escola querem fazer o que quiserem, achando que como a sua casa nada tem limites ou assim sendo uma forma de chamar a atenção dos pais.


"Indisciplina na escola, reflexo da falta de regras e limites em casa". (Prandi, L R. & Castro Jr)

O que precisa ser feito é um modo de fazer com que os pais fiquem mais com seus filhos, não apenas no fim de semana, mas que acompanhem ou fiquem em casa uma vez por semana, isso iria ajudar bastante, mas claro, com o filho dedicando-se a ele, sendo presente e dando-lhe atenção. Isso deve começar a partir do momento que o filho entrar na escola, para sentir-se mais confiante e ver que escola não é apenas obrigação e sim um lugar de conhecimentos e convívio em sociedade, o transformando ser cidadão, mas claro sem a ajuda dos pais a escola não fará tudo sozinha, cada um tem uma função e é bom que todos a façam.


“ Educação? Esta aprendi de berço... Na escola só fui buscar conhecimento.” (Paulo Ricardo Costa).

"Todas as crianças deveriam ter direito à escola, mas para aprender devem estar bem nutridas. Sem a preparação do ser humano, não há desenvolvimento. A violência é fruto da falta de educação." (Leonel Brizola)